terça-feira, 1 de setembro de 2009

O ato final 1985.

Em dezembro do mesmo ano, o Presidente João Baptista Figueiredo prenunciava a chegada de “novos tempos”, propondo que “nossa sociedade atinja um real estágio de convivência e responsabilidade política, séria, comprometida com os ideais da democracia”. Belas palavras à parte, o candidato da Aliança Democrática representa nova composição das forças dominantes na sociedade, com a vontade de gerenciar a dívida externa e a insuportável a miséria social. A determinadas pessoas, esparrama bênçãos de esperanças. A outras pessoas, surge na cena política como um mal menor. De qualquer maneira, apareceu no horizonte e tomou corpo a conciliação entre certos poderosos de ontem e muitos poderosos de amanhã, apenas vislumbrados pelo povo brasileiro Em verdade, dizia D. Pedro II, Imperador do Brasil: “Minha política não é a dos Partidos”, pois “obro conforme e só conforme o que julgo exigir o bem do País”. Não era necessário o povo, bastava a cabeça do Imperador.

Sucessão de Figueiredo


















Em abril de 1984, o Congresso Nacional rejeitou a emenda do deputado Dante de Oliveira, que instituía a eleição direta para o cargo de presidente da República. Na época, houve uma grande mobilização por todo o país - conhecida como campanha pelas Diretas Já - a favor da proposta, que acabou derrotada naquele mês.

Desgastado politicamente, o PDS, sucessor da Arena, partido de apoio à ditadura, optou por lançar um candidato civil à sucessão do general João Baptista Figueiredo. Na disputa no Colégio Eleitoral, o PMDB apresentou o nome de Tancredo Neves, com amplo apoio das oposições.

Mineiro de São João del Rei, Tancredo de Almeida Neves era um político experiente: havia sido deputado estadual, federal, ministro da Justiça do governo Getúlio Vargas, primeiro-ministro durante o governo João Goulart, senador e governador do seu estado natal. Durante a ditadura, integrou os quadros do MDB, que fazia oposição ao regime. Porém, conservador, com a volta do pluripartidarismo decidiu sair da legenda para fundar o Partido Popular, que assumiria o papel de interlocutor dos militares, na época.

Grupo / Bibliografia

Nosso grupo ficou destinado a falar sobre o Presidente João Batista Figueiredo, sua vida e atuação na política do Brasil.

Componentes:
Ana Maria Nogueira dos Santos
Camila de Paula Dilva Souza
Jéssica da Conceição Santos
Jessica Esteves dos Santos

Professor: José Apolinário

Turma:301

Bibliografia:

Livro Usado - A REPÚBLICA BRASILEIRA
1964-1984
Autor: EVALDO VIEIRA
Coleção: PROJETO PASSO À FRENTE: GUERRA E PAZ : VOL 3

http://www.unificado.com.br/calendario/11/anistia.htm


http://www.brasilescola.com/historiab/direta-ja.htm
http://www.algosobre.com.br/biografias/joao-figueiredo.html

http://www.e-biografias.net/biografias/joao_figueiredo.php


Letra - site Chicobuarque.uol.com.br
Conteudo - site Winkpedia.com.br